A Folha de São Paulo veiculou uma matéria, assinada por Marcus Preto, que dá conta de que hoje, 5 de agosto, será votada uma proposta de emenda constitucional (tudo em minúsculo, porque nosso poder legislativo merece). A proposta pretende reduzir a zero o IPI e parte do ICMS na cadeia de produção de discos de artistas e compositores brasileiros.
As gravadoras estão vendo na iniciativa uma possibilidade qualquer de interromper o processo (irreversível?) de agonia do setor nos moldes tradicionais. Alexandre Schiavo, da Sony Music, por exemplo, traça um paralelo entre a venda de livros (que goza de incentivo fiscal) e a música. Só erra de tom quando dá a entender que cultura e negócio são coisas diferentes.

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