Tem um ditado inglês que fala que “é mais fácil guiar um objeto em movimento”. Posso dizer que eu tento sempre ter isto em mente na minha vida. É melhor uma decisão, mesmo que errada, que decisão nenhuma. Ou como um ex-diretor meu costumava dizer: “se você não decide logo, a vida vai lá e decide por você”.
Estes aspectos de ação vs. (eterna) contemplação (há quem chame de paralisia decisória) é o núcleo da questão do senso de urgência. Infelizmente, uma característica em absoluta falta nos profissionais e na mentalidade de nós, brasileiros.
Ontem me deparei com um artigo do Michael Hyatt, Creating a sense of urgency, que fala de uma forma muito simples sobre esta questão. Recomendo bastante a leitura.
